quarta-feira, março 28, 2007

"Já tirei os pontos"


"Já tirei os pontos", é uma expressão que uso, sempre que alguém mais próximo me pergunta se eu estou melhor.
Esta expressão já assustou muita gente, pelo menos dita ao telefone. Uma delas foi a minha mãe, quando pela primeira vez me ouviu esta expressão. Ficou em panico, mas agora já brinca com estas mesmas palavras e agora é ela que assusta as irmãs, minha tias, quando perguntam se eu estou melhor, por qualquer razão.
Pois é verdade, só agora escrevo desde 2a. feira, mas os pontos tirei-os no dia seguinte logo que acordei. Felizmente estou bem e feliz. Obrigada aos que comigo se preocuparam.

Já falei neste cantinho do café que abriu quase por baixo de minha casa, e volto a menciona-lo pois tenho passado lá uns serões bem agradáveis na cavaqueira com os donos.
Ontem nem dei conta das horas passarem, tão curiosa e atenta que estava às historias de vida que a D. Alzira me contava, dela e dos velhinhos que lá por casa passaram ao longo de tantos anos. Admiro muito esta senhora, uma mulher de garra e coragem, que para além da familia, do café e mais actividades que tem, cuida de 3 velhinhas na propria casa, cujos filhos não as podem ter na deles.
É de louvar a entrega, desta familia aos que tanto precisam.
Bem hajam D.Alzira e Sr. Júlio.

segunda-feira, março 26, 2007

Nem todos os dias são como desejamos


Cheguei com sol, apesar de nada ter notado no caminho que fiz até casa.
Foi mais um dos dias em que chegar ao meu refugio era o prioritario.
Um nó na garganta, e uma lágrima furtiva que ameaçava abrir o dique, acompanharam-me na viagem.
Resisti às lágrimas, mas a "mão" que me aperta a garganta e me deixa como que um nó que nem sobe nem desce, nem tão pouco desaparece, essa não consigo mandar embora.
Apetece-me enfiar o pijama, ficar no escuro e adormecer. Sem sonhos, muito menos aqueles que começo ainda acordada.
Quero-me vazia de pensamentos, pois nada melhor que um bom sono para que o dia seguinte seja um dia com sol no meu coração.
Encerrou-se definitivamente um ciclo da minha vida.

Não posso passar sem lembrar que hoje é um dia muito especial para o Lelinho, que faz precisamente 82 anos. Adorei ouvir a voz dele, e as saudades cresceram. Um dia muito feliz Paizinho Lelinho.




sábado, março 24, 2007

Feliz-Tchim tchim aos meus amigos


Sinto-me feliz.
A ideia que tive de vos desafiar para me enviarem coisas que escreveram, ou escrevem deu-me muita felicidade, e pelo que já me foi transmitido fez também algumas pessoas ter momentos felizes.
Fiquei admirada com amigos que nem imaginava que escreviam, mas é bem verdade que todos nós somos uma caixinha de surpresas. E às vezes é preciso uma pequena chave para abrir essas caixinhas tão bem guardadas por nós.
Quem sabe um dia nos possamos juntar todos para comemorar esse espaço que é muito nosso.
A Claudinha é a que está mais distante, do outro lado do oceano, mas vem a portugal que eu sei e vou adorar conhece-la.
A Paulinha, já somos amigas há muito tempo e concerteza estará presente.
A minha filhota Claudia, que infelizmente não conheço pessoalmente, quem sabe será uma boa altura para a conhecer.
A Eva Luna, menina cheia de garra.
O Américo Manuel a quem fiz ir ao baú da adolescencia procurar o que escrevia.
Toni, que escreveu de proposito para me ofertar algo dele.
O José Carlos, um poeta já feito, com várias publicações e que de quando em quando me brinda com um poema.
E por ultimo, mas não o ultimo o meu querido amigo Zé MMI, que tem uma veia enorme para a escrita e de quem eu gosto muito.
Mais irei colocar. Há mais amigos felizmente, mas depois de os colocar no anjo sem asas falarei deles.
Obrigado por me darem momentos de magia e felicidade.

Ah.. só uma coisinha, não se esqueçam de comentar os post do anjo sem asas, uns aos outros, pois um comentário de amigo é algo que ainda mais nos anima.

segunda-feira, março 19, 2007

Um desafio. Aceitam?

Como penso repararam, criei um novo blog, onde estou a colocar escritas de amigos.
Então desafio a quem lê o Castelo da Mia, para que me envie poemas, textos, originais que escrevam e que gostariam que eu colocasse no Anjo sem Asas.
Só peço que sejam mesmo de vossa autoria, pois só assim será públicado.
Mandem por favor para o meu e.mail rosa_maria_castro@hotmail.com.
Vá lá vamos ver como correspondem ao meu desafio.
Obrigado
Mia

domingo, março 18, 2007

Lelinho

*****Paizinho Lelinho e Mia ***************************** O meu Pai******


Amanhã devia haver dispensa para todos os Pais. Sim porque amanhã é o dia deles.
Digo isto porque nas conversas que vou ouvindo há imensos pais que nesse dia têm actividades com os filhos nas escolinhas que frequentam, e infelizmente muitos não poderão comparecer porque é dia de trabalho.
Não só por isso, mas para que os pais ficassem um dia inteiro com os filhos e ao menos neste dia. Com toda a certeza não iria colmatar a falta da presença diária de muitos deles, mas seria uma esperança nos pequenos corações de que pelo menos um dia no ano o Pai seria só deles.
Seria engraçado fazer do dia 19 de Março feriado. Mas só para quem fosse Pai no verdadeiro sentido.
Infelizmente há ainda muitos pais que não o merecem ser. Há ainda muita violencia infantil e juvenil.
Eu já não tenho pai. E infelizmente não o posso ter na memória como o melhor pai do mundo. Mas acredito que fui amada por ele, à maneira dele, que pode não ter sido a melhor forma, mas foi a maneira que ele se soube dar.
Quando temos carência de algo, tentamos compensar de muitas formas. E criamos laços com as pessoas que vão entrando nas nossas vidas.

Por isso gostava de desejar ao Paizinho Lelinho um dia muito feliz e agradecer todo o amor que me deu e dá, apesar da distância e das voltas que a nossa vida deu. Sei que me guarda no coração, assim como eu o guardarei para sempre. Um beijo com muitas saudades.

sábado, março 17, 2007

Hoje fiz alguém Feliz


Acordei bem cedo hoje, mas como felizmente me lembrei que era sábado e dia de descanso voltei a adormecer.
Mais tarde sai para viver o lindo dia que estava, parecia mesmo um dia de verão. Lá andei eu nas minhas lides, até que já cansada de tanto laréu, voltei ao meu castelo.
Almocei e resolvi ver um pouco de tv. Claro que adormeci um pouco mais, e quando voltei a acordar, pensei em ir até ao El corte inglês, pois lá tem chapeus lindissimos e eu adoro chapeus.
Estava a preparar-me para ir quando um amigo muito querido me diz que está perto e me convida para tomar um café. Como sempre que estamos juntos é uma risota pegada, fiquei tão bem disposta que resolvi não ir às compras. Fui então comprar jantar ao avô manel, uma churrasqueira optima.
Vinha pelo caminho de sacas na mão quando pensei em partilhar o meu jantar com a minha mãe.
E lá fui eu fazer uma surpresa à Maria do Carmo (trato assim a minha mãe, quando estou a brincar com ela). A minha mãe ficou tão feliz quando me viu. Tinha chegado de visitar a minha prima e nunca imaginou que a desnaturada da filha lhe entrasse casa adentro aquela hora. Sei que fiz a minha mãe muito feliz e eu regressei feliz.
Há pequenas coisas que podemos dar aos outros, que nada nos custam e tão bem fazem.

quarta-feira, março 14, 2007

Melancolia

Há pouco comecei a escrever um post sob melancolia.

Já tinha escrito umas boas frases, quando me deu vontade de tomar um café.
Como já era um pouco tarde, e a conselho da menina Alzira, que é a dona do café, espreitei a ver se havia luz cá de cima do 3º andar. Fiquei feliz porque estava ainda com as luzes ligadas e lá desci eu para o meu cafezinho, que me soube divinalmente.
Deixei, portanto o post a meio.
São um casal simpatiquissimo e é agradavel conversar com eles, os donos do café, que abriu recentemente por baixo de minha casa.
Então lá fiquei eu um bom bocado na cavaqueira, enquanto eles terminavam a limpeza do local.
Quando regressei o raio do computador deu um nó cego e fechou todas as paginas da internet que eu tinha abertas, e como tal acabei por ficar sem o que tinha escrito sobre melancolia.
Mas nem pensei duas vezes em desistir do tema, até porque já não fazia sentido neste momento.Há dias em que se chega menos bem a casa e depois dá-nos para divagar sobre assuntos que só trazem tristeza. E de tristeza anda mais de meio mundo cheio.

Hoje tivemos mais um lanche de boas vindas e também de aniversário lá no banco.
Não pense o João C. que se vai escapar de aparecer no Castelo da Mia. É que hoje só não deixei a cabeça no banco porque a tenho agarrada. E uma das coisas que deixei foi a máquina fotografica que registou as boas vindas e o aniversário.
Parabéns para ti novo colega, e que sejas muito bem vindo à nossa equipa.

segunda-feira, março 12, 2007

Simone


Já há longos anos que admiro uma cantora brasileira. Simone Bettencourt de Oliveira
Já tive o prazer de a ver 3 vezes ao vivo, espectaculos magnificos, que nunca mais esquecerei.
Actualmente já não sou tão "vidrada" como era pelas canções dela, até porque a actual fase de Simone não é a melhor.
Mas há várias canções que eu sempre trauteio e uma delas tem algo de muito especial para mim.
Por isso a dedico a quem busca a sua Alma-Gêmea, que a vê em sonhos, em imaginação, mas ainda não a encontrou.
Aqui vai o poema:

Quem é você?
Quem será que me chega
Na toca da noite
Vem nos braços de um sonho
Que eu não desvendei
Eu conheço o teu beijo,
Mas não vejo o teu rosto.
Quem será que eu amo
E ainda não encontrei
Que sorriso aberto
Ou olhar tão profundo.
Que disfarce será que usa
Pro resto do mundo.
Onde será que você mora
Em que língua me chama
Em que cena da vida
Haverá de comigo cruzar
Que saudade é essa
Do amor que eu não tive
Por que é que te sinto
se nunca te vi
Será que são lembranças
e um tempo esquecido
Ou serão previsões
De te ver por aqui...
então vem!
Me desvenda esse amor
Que me faz renascer.
Faz do sonho algo lindo
Que me faça viver.
Diz se fiz com os céus algum trato
Esclarece esse facto
E me faz compreender.
Esse beijo,
esse abraço na imaginação
E descobre o que guardo pra ti
No meu coração
Mas deixa eu sonhar,
deixa eu te ver.
Vem e me diz:
quem é você.

domingo, março 11, 2007

E viva o sol


Sentei-me à minha porta, ao sol, enquanto o meu gato se esperguiçava entre corridas de regozijo pelos raios benfazejos.
Pensei na minha vida, nos meus amigos, nos que me são queridos e olhei o que me rodeava.
Reparo nos vizinhos, no buliço de um local num domingo em dia de sol.
Ouço risadas, muitas vozes, e reparo em dois caniches que brincam, enquanto os donos ansiosos aguardam a altura em que ambos possam procriar. São tão lindos, ambos branquinhos. Concerteza a Nicky e o Tobias vão dar crias bem bonitas.
Reparo ainda num vizinho que se mudou recentemente, é deficiente e passa por mim ao colo de alguém. Não tem pernas, precisa de todo o apoio para se deslocar, e infelizmente os prédios não têm muitas infraestruturas para os ajudar. Olho-o e não vejo qualquer amargura no seu olhar.
Mais adiante estão duas velhinhas de chapéu de palha na cabeça, aproveitam o sol. Estão hospedadas numa das casas do prédio, onde cuidam delas e da sua velhice.
O sol trás vida e alegria neste dia de descanso. Esquecem-se as agruras e toda a gente me parece bem mais feliz.
Nada melhor do que um dia de sol para nos animar, para nos ajudar a ver a vida de uma forma colorida.

sexta-feira, março 09, 2007

Juízos de valor


Não sei o que é sentir rancor, ou ódio. Zango-me muitas vezes, mas de seguida tudo passa. E dou sempre o beneficio da duvida a quem me magôa, ou a quem tem atitudes injustas para comigo.
Mas também não sou masoquista, nem deito fora o meu amor próprio, a minha identidade, e quando as coisas se repetem, aí, esqueço a pessoa que já me magoou mais que uma vez, e de uma forma radical. Não vale a pena insistir, nem pedir desculpas, porque desculpas pedem-se uma vez, e se são aceites não vamos cair no mesmo erro e pensar que vamos novamente ser desculpados.
Nem sempre o juízo que fazemos do que parece aos nossos olhos, nos esclarecerá ou levará à verdade, pelo contrário vai confundir-nos, principalmente se não estamos bem com nós mesmos.
Antes de fazermos juizos de valor, devemos escutar o silêncio, deveremos pensar que existem dois pontos de vista, o nosso e o dos outros. E reflectir bem antes de tomar a atitude de agredir, de julgar, o nosso proximo sem qualquer fundamento plausivel.
Fico triste porque às vezes por coisas insignificantes, ou por julgamentos incorrectos, pomos em risco a essência de uma amizade e a continuidade desta.

quarta-feira, março 07, 2007

Uma fábula


Adorei esta fábula, adaptada de um conto com o mesmo titulo, de Oscar Wilde. E não resisti em partilha-la.
O Rouxinol e a Rosa
Era uma vez, um Rouxinol que vivia num jardim.
Nesse jardim havia uma casa, cuja janela se abria todas as manhãs.
Na janela, um jovem, comia pão, olhando as belezas do jardim. Sempre que deixava cair migalhas de pão, o Rouxinol comia-as acreditando que o jovem as deixava de propósito para ele. e assim criou um grande afecto pelo jovem que se importava em o alimentar mesmo com migalhas.
O jovem um dia apaixonou-se.
Quando se declarou a sua amada, ela disse que só aceitaria o seu amor, se como prova ele lhe desse na manhã seguinte uma Rosa vermelha.
O jovem, percorreu todas as floristas da cidade, mas a sua busca foi em vão pois não encontrou nenhuma Rosa para oferecer a sua amada.
Triste, desolado, o jovem foi falar com o jardineiro da casa onde vivia. O jardineiro explicou-lhe que poderia presenteá-la com Petúnias, Violetas, Cravos, tudo menos Rosas. Elas estavam fora de época, era impossível conseguí-las, naquela estação.
O Rouxinol, que escutava a conversa, ficou muito triste pela desolação do jovem. Teria que fazer algo para ajudar seu amigo, a conseguir a flor.
Assim, a ave procurou o Deus dos pássaros que lhe disse:
- Tu podes conseguir uma Rosa Vermelha para o teu amigo, mas o sacrifício é grande, e pode custar- te a vida!
- Não importa respondeu a ave. O que devo fazer?
- Bem, terás que te emaranhar numa roseira, e cantar a noite toda, sem parar. O esforço é muito grande, o teu peito pode não aguentar.
- Assim farei, respondeu a ave, é para a felicidade de um amigo!
Quando escureceu, o Rouxinol, emaranhou-se no meio de uma roseira, que ficava em frente a janela do jovem e pôs-se a cantar o seu canto mais alegre pois precisava de se esmerar na formação da flor.
Um grande espinho, começou a entrar no peito do Rouxinol, quanto mais ele cantava, mais o espinho entrava no seu peito. O rouxinol não parou, continuou o seu canto, pela felicidade de um amigo, um canto que simbolizava gratidão, amizade. Um canto de dádiva, mesmo que fosse da própria vida!
Do peito da pobre ave, começou a escorrer sangue, que se foi acumulando sobre o caule da roseira, mas ela não se deteve nem se entristeceu.
Pela manhã, ao abrir a janela, o jovem ficou atónito diante da mais linda Rosa vermelha, formada pelo sangue da ave.
Nem questionou o milagre, apenas colheu a Rosa. Ao olhar o corpo inerte da pobre ave, o jovem disse:
- Que ave estúpida! Tendo tantas árvores para cantar, foi- se enfiar precisamente no meio da roseira que tem espinhos, pelo menos agora dormirei melhor, sem ter que ouvir o seu canto chato.
Moral da história:
Cada um, dá o que tem no coração, cada um recebe com o coração que tem.....

terça-feira, março 06, 2007

Uma segunda feira


Hoje foi um dia terrível e cansativo para mim. Desde que soou o primeiro despertador (desperto com 1 radio e 3 telemóveis, e sabe Deus...rs), isto às 6,40h, que eu pensei, vou dormir mais um pouco e esperar por outro toque, pois tenho-os programados de 10 em 10 minutos, para o caso de os desligar definitivamente à primeira. Assim não corro o risco de adormecer. Lá acordei não as 6,40h, mas eram já 7 da manhã. Tenho um acordar muito preguiçoso, não sei o que ando a fazer, as vezes acho que páro no tempo, e quando se aproxima a hora de sair de casa, é que fico tipo barata tonta. Reconheço que é o meu grande defeito, pois se fosse mais regrada em termos de horas, nunca entraria logo em stresse de manhã. Mas não tenho emenda..
Claro que lá fui eu em grande velocidade para o Banco e mesmo assim, como o transito estava caótico, cheguei mesmo em cima da hora.
Hoje, como costumamos dizer em tom de brincadeira, devem ter parado as excursões todas as 8,30 da manhã à porta do Banco. Mas eram carradas continuas, o que não nos deu tréguas.
Mas houve algo que me deixou perturbada. Soube que um cliente nosso, que conheço já há longa data está em coma profundo, devido a um acidente, ou seja caiu de uma camioneta a descarregar bananas e o mais grave é que caiu a carga toda em cima dele. Ninguém sabe o desfecho que o caso terá.
É incrivel, não somos nada, num momento estamos bem, tudo nos corre de feição e no segundo seguinte somos vegetais, ligados às máquinas para sobreviver.
Fiquei mesmo muito triste, e espero que o Sr. Alberto recupere em plenitude.




domingo, março 04, 2007

Não gostei

Estava eu a fazer as minhas pesquisas na net, sobre temas que me agradam. Comportamentos entre as pessoas, etc... etc... etc...
Eis quando reparo que chega uma mensagem para o meu e.mail, e claro que, ao ver o remetente procuro ver o que me diz, que novidades me trás.
Deparei-me com algo que me chocou. Uma foto em que dizem ser a Lili Caneças em fio dental.
Não estou chocada com a pessoa que me envia, de forma alguma, adoro-a e ela sabe bem disso.
Choca-me é a leviandade de quem teve a ideia macabra de iniciar este corropio de e.mails.
Claro que não se trata da suposta pessoa, mas independentemente disso é um ser humano, que já numa provecta idade, bem ou mal, tem toda a coragem de assumir o seu corpo.
Se pensarmos no que fomos e no que nos tornamos, doi muito ver, mas é a lei da vida.
Era bom que envelhecessemos mantendo a aparência da época mais bela, do momento mais alto da nossa beleza exterior. Mas isso é impossivel, como tal vamos procurar ver cada um com a idade que tem, sem a minimizar ou desprezar.
Se as pessoas se expõem ao ridiculo, resta-nos respeitar a forma de ser de cada um, e não expô-lo ainda mais.
Não coloco a imagem que vi, por respeito à dignidade do ser humano que foi fotografado.

sábado, março 03, 2007

Não estou apaixonada, mas gostava

As vezes penso que na vida somos marionetas ( sem o sentido lacto da manipulação, mas no sentido figurativo). Os vários cordeis que nos movem, ou pelos quais nos deixamos mover, são dados por nós às pessoas que queremos façam parte da nossa vida. E criamos a esperança de que os entregamos às pessoas certas. O cordel da amizade, da sáude, da profissão e tantos outros.
Há um cordel, aquele que controla a paixão, o coração, esse não nos é permitido dar a quem queremos, muitas das vezes a quem o merece, pois só damos conta que está ocupado quando já é tarde para sermos racionais. Mesmo quem tem o pelouro dos outros cordeis, nada consegue fazer para o evitar, pois por muito que nos tentem chamar a razão nem sequer os ouvimos, deixamos de lhes dar o controlo e passamo-lo na totalidade para esse alguém que entra na nossa vida, em pezinhos de lã e que quando damos conta já controla toda a estrutura que nos faz mover.
Mas quem não gosta de viver esse estado de dependência?
Lógico que não pode ser eterno, pois é desgastante, mas é eterno enquanto dura.
Sofrer quando termina, faz parte do processo, se não se sofresse pelo fim de uma paixão, então essa paixão não teria valido a pena. Não haveria poetas do amor. Tudo seria cinzento.
O importante é sentirmos a vida apaixonados, pois podem ser momentos mas são momentos em que tudo é cor de rosa a nossa volta.
Viva a paixão

terça-feira, fevereiro 27, 2007

Pressa de chegar



Demoro a chegar a casa. Que tormento!!! Há um acidente na estrada, reparo que é um homem que está a ser colocado numa maca, e em pensamento, peço protecção para ele, para que nada de muito grave tenha acontecido, que a sua dor seja minimizada.
Preciso de chegar ao meu cantinho, ao meu castelo, onde me encontro, onde penso no dia que passei, onde ouço o miado do meu gato assim que me pressente á porta e vem de seguida ronronar de encontro às minha pernas à espera de uma meiguice.
Há dias em que por muito preenchidos que sejam, por muitas emoções que nos assolem, sentimo-nos sós.
Não é solitários, mas sós com nós mesmos, como se todos ficassem feitos estátuas retidos no tempo e só nós seguíssemos o ritmo natural do tempo, da vida.
Não são fáceis esses dias, porque a nossa mente é um filme tipo non-stop, que se desenrola vertiginosamente e do qual sabemos o enredo, mas nunca o fim.
Resta-nos fazer com que o mundo não seja aparentemente só nosso, com que tudo ganhe de novo vida e movimento à nossa volta, pois acabamos por nos sentir perdidos, isolados e desprovidos de quem nos quer bem

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Mais uma homenagem


Depois de tanta dificuldade que passei por ter um braço imobilizado, resolvi de vez comprar uma máquina de lavar louça.
A que tinha avariou-se, sem hipótese de reparação, há uns meses atrás, e desde aí que prescindi da máquina, afinal até se tornava um pouco supérfluo ter máquina de lavar sendo eu só.
Mas nesta semana é que vi o quanto me tinha sido útil ter comprado uma nova.
Então hoje foi o Dia D.
Como não entendo nada de máquinas, pedi ajuda ao meu querido amigo Miguel, mais conhecido pelos amigos pelo XUGA, daí o nome do meu gato, pois quando o fui buscar o Miguel acompanhou-me. E coloquei esse nome ao gato em homenagem ao meu grande amigo.
Encontramo-nos depois do trabalho, e fomos ver as máquinas. Aconselhou-me qual deveria comprar ( ele é técnico de máquinas, e excelente) e na sexta feira já cá a tenho. E claro que lá vou eu "cravar" o Miguel para a instalar.
Entretanto estivemos na cavaqueira, é engraçado que só nos encontramos de quando em quando, este quando em quando reflete-se em meses e meses, mas parece que nos vimos no dia anterior.
Admiro muito o Miguel, tem 3 filhos lindos, 2 deles gémeos, que ainda não sei se vou ser madrinha deles, são ainda bebés.
Adoro a forma como ele admira a esposa, chamando-lhe uma grande mãe e uma grande mulher.
Não é muito comum hoje em dia um homem mostrar esta grande admiração pela esposa. E eu sei que é sincera e sentida no grande coração que ele tem.
Adoro-te Miguel. Adoro-te Xuga.




domingo, fevereiro 25, 2007

O Extreminador


Mudam-se os tempos, criam-se novos serviços, em função das novas necessidades. Há sempre quem esteja atento aos novos nichos de mercado.
Ao ler o Jornal Expresso, deparei-me com uma nova actividade, que se iniciou na Alemanha, mas devido ao seu grande sucesso, o empreendedor da ideia já está a pensar em internacionalizar a sua empresa.
É ele o Sr. Bernd Dressler, que tem uma agência de separações, ou seja este senhor ganha a vida a ajudar os outros a livrarem-se de parceiros indesejados e a colocar um ponto final em uniões infelizes, de uma forma mais prática do que sentimental.
O negócio tem um objectivo simples e não carece de grandes gastos com pessoal. A meta é “informar o parceiro rejeitado de que o seu cônjuge está insatisfeito com o relacionamento e lhe quer colocar um ponto final”.
O custo do serviço varia entre os 20 euros, se a notícia for transmitida pelo telefone, ou os 50 euros se exigir um “serviço ao domicílio”. Se o cliente necessitar, a empresa de Dressler procede também à remoção dos seus bens da habitação comum.
E como diria o nosso queridíssimo Fernando Pessa: E esta heim?


sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Fim Férias

E lá chegou o meu primeiro período de férias ao fim.
Que fiz? Nada do que tinha planeado.
Isto de me ter magoado no braço estragou todos os meus planos, pois não dava para conduzir, só mesmo perto de casa e com uma só mão.
Fiquei-me pelas idas ao café junto a casa e a pedantes.
Ainda tive dois amigos que me acompanharam no café e na cavaqueira.
Não visitei a minha prima, nem sequer a casa da minha mãe fui.
Enfim umas férias logradas.
As próximas serão melhor, nada de perder a fé.

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Confidencia


Hoje tive um sonho deveras estranho. Sonhei que estava a percorrer um caminho, mas esse caminho estava cheio de obstáculos e o meu destino era chegar a um local onde eu sabia estar alguém, esse alguém era Jesus. Aflita perguntava a quem passava se ele já se tinha ido embora, e mais corria na esperança de lhe falar de o ver de lhe pedir protecção.
Cheguei a um local com uma construção tosca, e várias pessoas esperavam, eram essencialmente pessoas idosas, de aspecto sofrido e crianças, mas com vestes pobres e nada actuais, parecia que tinha feito uma viagem no tempo. Tentei entrar numa gruta onde o vi, vestido com uma túnica branca, sandálias, longos cabelos e barbas, a imagem que nos incutem desde criança.
Ele olhou-me e fez-me entrar, apesar das pessoas que aguardavam terem reclamado a sua vez.
Que Paz que senti, mas ao mesmo tempo receio de não ter cumprido de ter falhado a minha missão nesta vida.
Colocou-me a mão sobre os meus cabelos e fez-me ler vários pensamentos de reflexão, mas cujas palavras não consigo lembrar-me.
Acordei e fiquei longo tempo a pensar no sonho que tinha estado a viver.



quarta-feira, fevereiro 21, 2007

E viva o cupido


Na segunda feira fui tomar café com um amigo que quem gosto muito.
Fiquei muito feliz porque soube que ele está apaixonado, está a viver uma paixão.
É demais uma pessoa apaixonada, irradia luz, sorri e contagia com o seu bem estar.
É um estado de espírito lindo.
Enquanto falávamos as mensagens surgiam no telemóvel, e o gozo que dava vê-lo a ler a mensagem e de seguida responder. Nessas alturas a minha presença nem era notada.

Querido amigo desejo que esse fogo seja chama viva entre vós.

Estou muito feliz pela tua felicidade MMI.

terça-feira, fevereiro 20, 2007

Reeleição




A ciganita volta a ser a eleita do Carnaval 2007, por falta de comparência da criada francesa.
Pelos vistos escolhi mal a nova candidata 2007, devia ter arranjado uma de freira, por exemplo, pois aí podia vestir-me à vontade sem estragar mais o meu braço, e ainda tinha a vantagem de encobrir a suspensão, mas como não pensei nisso antes, fica a ciganita a reinar mais um anito.
Ainda vou tentar vestir a fatiota de criada, afinal hoje é dia de Carnaval, e estou bem melhor. Uma ligeira dor quando estico o braço, mas está quase no sitio.
E haja alegria e boa disposição.

domingo, fevereiro 18, 2007

Melhor


Felizmente já me sinto melhor, ainda com o braço a 90 graus e dentro da suspensão, mas as dores já se estão a ir embora.
Amanhã é a noite de carnaval, e até que eu gostava de me ir divertir um pouco, a ver vamos.
Não tenho muito a dizer, pois passei o fim de semana a sossegar. Só escrevi para sossegar os amigos que se preocuparam comigo. Obrigado.

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

Urgências

Pois é, isto é o que se chama começar as férias em beleza.
Grande queda que dei.
Ia ajudar uma colega, que tem problemas de coluna a fechar a porta e fiquei-me pela intenção.
Aconteceu as 15h,30h, e logo hoje que precisava de estar bem, pois tinha imensas coisas a fazer.
Na altura senti dor na palma das mãos, que foi a primeira coisa a ir ao chão e apoio completo na queda, mas foi intencional quando senti que não tinha hipotese de não cair, mas ao longo da tarde a dor passou-me para o braço todo.
Fui à Casa de Saúde da Boavista, mas até chegar lá vi-me e desejei-me, eram piscas que não dava, meter mudanças era um drama, mas felizmente e bem devagar lá cheguei.
Fui praticamente logo atendida e pelo ortopedista de serviço, que não estava de muito bom humor, mas nada a ver comigo. Examinou-me o braço e suspeitou de fractura num osso cujo nome para mim é grego, na zona do cotovelo. Felizmente que após a radiografia se viu que nada estava partido. Ainda pensou em engessar-me o braço, pois não seria tão doloroso para mim a recuperação, mas como ele estava de saída para jantar (disse-me, vou aproveitar e sair consigo, senão nunca mais saio daqui) , resolveu receitar-me uma suspensão braquial.
E lá vim eu mais uma vez doridissima a conduzir até à farmácia de serviço.
Aí quase me deu um ataque de riso, quando o funcionário, lia e relia a receita, até que por fim perguntou se eu sabia o que me tinham receitado. Respondi que sim, clonix e uma suspensão braquial. Ah, diz ele não entendia o nome do 2º medicamento, afinal suspensão é de apoio...rsrsrs.
E cá estou eu no meu inicio de férias., com o braço ao peito e cheia de dores....
Espero recuperar rapidamente.

terça-feira, fevereiro 13, 2007

Pra frente é o caminho


Amanhã é o famoso dia dos namorados, mas como não tenho namorado, vai ser um dia comum para mim.
Então mais me vale pensar já no Carnaval, para não ficar triste ao ver ao ver homens meio envergonhados de ramo de flor na mão, mulheres que correm para casa com as prendinhas para o seu mais que tudo, etc.... Passemos à frente.

Então resolvi, como disse pensar no Carnaval. Já me mascarei de bruxinha, de cigana, de mil e uma coisas. Ao fazer compras, a azáfama dos pais era enorme na secção de vestimentas para o Carnaval, e detive-me a ver as inúmeras fantasias que por lá se vendiam.

Não sei se vou passar fora a noite, se calhar vou ao sitio do costume, a Academia de Dança, mas pelo sim, pelo não, resolvi comprar uma fantasia.

Dizia tamanho único para adulto e pensei eu com os meus botões, vou parecer que estou a usar a farda da irmã mais velha, mas qual quê, fica-me à justa. Por isso pobre de quem tiver uns quilitos a mais, ou rebenta com a fantasia ou lá sei o que poderá fazer.

Então é uma fantasia de "French Maid", ou seja a fantasia da foto.
Faltam só uns dias, quase tantos como para a minha primeira semana de férias de 2007.
E que venha rápido o fim de semana..

sábado, fevereiro 10, 2007

Dama das Camélias



Dama das Camélias
Quem não conhece este romance tão dramático, mas tão bonito?
Uma cortesã, que se apaixona por um rapaz bem mais novo, e cujo pai deste é um dos seus amantes.

"A tradicional Dama das Camélias conta a história de uma elegante cortesã francesa, em meados do século XIX, que encanta Paris com sua beleza, suas artimanhas no amor e no sexo, sua vida luxuosa e perdulária, mantida por ricos progenitores da emergente burguesia urbana. As mulheres “teúdas e manteúdas” eram a vaidade em vitrine dos senhores proprietários. A Dama das Camélias e Armand vivem uma grande paixão impossível pela segregação social da sociedade burguesa classista. O pai de Armand trama a separação e convence a Dama das Camélias que aquela relação é uma ruína para a família e para o futuro do filho. A Dama comove-se. Num ato de nobreza incomum, renuncia a Armand e, resignada com seu infortúnio, fica reconhecida, pela sociedade, como a cortesã mais honesta, humana, e guardiã da falsa moral burguesa".


Mas porquê Dama das Camélias?

A Dama das Camélias tinha alergia as flores, ao seu perfume. As camélias são inodoras, daí a grande paixão dela pelas camélias, e só usava estas flores.

Usava sempre duas cores de camélia, a branca e a vermelha.
Era um sinal para os seus amantes.
Ou seja, se ao entrarem em casa a jarra tivesse camélias brancas, podiam aguardar a presença da Dama, se estivesse com camélias vermelhas a Dama estava em repouso e naqueles dias difíceis da mulher.

Uma doença terminal põe fim a sua vida.

Lindo romance de amor

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Trovoada


Está uma noite assustadora.
O vento sibila fortemente agitando as persianas.
Os clarões da trovoada são seguidos por fortes estrondos.
As luzes tremelicam e ameaçam escuridão.
Não nego, tenho receio.
Nunca me senti segura com temporais.
Sempre procurei o refugio no colo de alguém.
Quando me refugiava no colo da minha mãe, esta dizia comigo uma oração, que ainda hoje repito nestas alturas.
Espero que o temporal amaine e que eu possa dormir em paz.

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Hoje houve lanche



Pois hoje houve lanche no emprego. E deveu-se à vinda de um novo colega para a equipa.
Chama-se José, e é mais um taurino perto de mim.
Já chegou há umas 3 semanas, mas só hoje se proporcionou o lanche de boas vindas.
Veio repôr uma quase igualdade da equipa, eramos 5 meninas e dois meninos, agora somos 4/3 (ainda estamos em vantagem...ahahah).
É um colega divertido e bem mais despistado do que eu, mas o engraçado é que me revejo muito nos "despistes" dele.
Esta foto foi tirada hoje no pequeno lanche, mas optimo, que fizemos.(Claro que quem pagou foi o Zé)
É mais uma companhia para mim ao almoço, e nas fugidas à copa para um café e um cigarro.
Tem uma esposa encantadora e um filhote de 5 anos lindissimo.
José desejo-te uma boa inclusão na nossa equipa e que flua entre todos uma amizade/camaradagem. Afinal a maior parte do tempo do dia a dia passamos todos juntos.

PS. Lady Cadinhas,aqui tens mais uma foto minha recente, foi há 3 horas atrás....rsrsrsr (beijinhos)

terça-feira, fevereiro 06, 2007

Cruzeiro



Tenho um sonho, e se é sonho é porque ainda não o concretizei. Nem sei se tal vai acontecer ou ficar simplesmente pelo sonho. Esse sonho é fazer um cruzeiro.

Hoje ao chegar a casa fui à caixa de correio, como é habitual, e tinha lá uma revista do SBN com o plano de férias 2007.

O que me saltou logo, foi o cruzeiro Itália/Grécia e Croácia.

Começa por partir do Porto em avião e aterrar em Veneza, onde se embarca no MSC Armonia, com destino a Bari, depois de Bari, vem Santorini e Mykonos, Pireu e Atenas. Uns dias mais tarde Corfu, e segue para Dubrovnik. Daí para Veneza e regressa-se a casa.

Devem ser oito dias maravilhosos. E a minha vontade era já marcar amanha.

A minha mente já voou, ou melhor navegou, mas não sei se será este o meu cruzeiro de sonho. A ver vamos.

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Lady Cadinhas



Lady Cadinhas, uma menina que conheci através dos blogs.
Taurina como eu, temos muito em comum, excepto a idade.
Mas mesmo com essa diferença entendemo-nos muito bem.

Pois é Lady, dizes que não sabes como sou actualmente. Não tenho de momento fotos mais recentes que estas, mas que são de há uns 2 meses a de boné, e do final do verão passado as outras duas. Mas assim já fazes uma pequena ideia de como sou na realidade actual.

Já li o teu novo post, como sempre está muito bom, parabéns Lady.

domingo, fevereiro 04, 2007

Um domingo



Hoje quando fui tomar café, e a propósito de perguntar ao dono, se sabia como tinha ficado o jogo do FCP, que soube perdeu, acabamos a falar de atletismo, desporto que pratiquei uns bons anos e de onde não me saí mal.

Foi interessante relembrar-me de "velhas" glórias desta modalidade, algumas com quem competi, e que eram Moçambicanas, Angélica Manaca, as Irmãs Alves a Lucrecia Cumba.

Outro facto neste fim de semana, é que chegou o meu amigo Giraluas da sua grande viagem ao Vietname e Camboja. Tem imensas fotografias e historias para contar.
Sê bem regressado.

E agora à noite, daqui a pouco, vou fazer um teste à minhas unhas, ou seja vou ver se consigo andar com elas devidamente cuidadas. No meu trabalho, nem sempre consigo preservar as unhas, o mexer em moedas vai fazendo com que elas se estraguem e de nada vale andar na manicure, ou seja teria de ser todos os dias.
Gosto de ver e ter umas mãos cuidadas, por isso vou experimentar um tratamento que fortalece as unhas naturais, a ver vamos se resulta.

A minha Tucas continua na sua recuperação, que infelizmente é morosa, mas com muito animo e fé.

E está a terminar mais um fim de semana, tão rápido que passa, mas felizmente que de 8 em oito dias há mais.