Quase férias
Será que nas próximas duas semanas vai estar bom tempo? Espero que sim, pois para chuva já bastou a primeira semana de Julho, em que estive de férias.
Será que nas próximas duas semanas vai estar bom tempo? Espero que sim, pois para chuva já bastou a primeira semana de Julho, em que estive de férias.
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O Castêlo da Maia, está a desenvolver-se a olhos vistos. Onde há bem pouco só haviam 5 Bancos, agora há pelo menos 12. Onde, para se comprar qualquer coisa necessária no momento, por exemplo leite, era preciso percorrer ainda um bom pedaço, para ir a um minimercado junto à feira, ou então ao Jumbo, mas aí só de transporte. Agora há pelo menos 2 grandes superficies, sem contar com o Jumbo. Abriu um Heath Club A Casa da Agra, e o Pub A Tertúlia Castelense já presença mais que assídua na imprensa diária, na parte do Lazer. Mais um salão de chá, tipo indiano, em que por cima é uma academia de dança. Já parece uma cidade.
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Mas que bem me soube, chegar a casa após o meu primeiro dia de trabalho depois das férias.
Penso que é do gosto geral, chegar a casa, tirar os sapatos e em seguida a roupa do dia.
Não foi o melhor dia do mês, para regressar ao trabalho, mas apesar de todas as vicissitudes correu bem.
Hoje fui a primeira a chegar ao Banco, será que é para valer? Será que me vou começar agora a portar bem em termos de horários? Optei por uma solução, acordar uma hora mais cedo, e aquela fase em que ando a dormir na forma, passa no entretanto.
É de loucos, quem precisa acordar às 6 da manhã, para sair de casa as 8 menos 5? Só mesmo a Mia.
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Hoje tive de ir comprar um teclado novo, pois o que tinha deu o berro final. Ainda o tentei desmontar, mas como não tinha chave de estrela à mão, e com pouca vontade de ir ao malote das ferramentas, desisti e fui às compras.
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Bom e esperando que não passe em branco o meu desafio, desejo a todos as maiores felicidades do mundo.
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Estas crianças tiveram uma família.
Mas que tempo para férias que me saiu na rifa. Mas costuma-se dizer que nada acontece por acaso. E hoje foi o dia em que me fiz sócia de uma grande Associação para crianças A CASA DO CAMINHO.
O que é a Casa do Caminho? Vou transcrever o que escrevem no próprio site.
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Para quem gosta de escrever, e também de partilhar e conviver, surgiu um novo blog.
Chama-se o Conto, e é da autoria dos meus amigos Paula e Américo.
Visitem e participem, pois vai valer bem a pena.
A vocês Americo e Paula um grande beijinho e muitos parabéns pela iniciativa.
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Faz hoje 34 aninhos o nosso Pedrinho.
Digo o nosso Pedrinho, pois até os cliente o chamam "fofinho".
Trabalho com o "fofinho", como já lhe chamamos, há uns 5 anos, criamos uma amizade que é importante para mim, raras vezes tempestuosa, mas nada que não se sane no momento seguinte. Ele sabe que eu o adoro, pois confio nele e ele que mais que ninguém sabe de mim, pois muitas vezes é o meu confidente.

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O meu dia hoje teve de tudo um pouco, mas fazendo o balanço já não tinha um dia de trabalho tão bem passado como o de hoje.
É a minha vez de estar no caixa e como tal "apanho" a maioria dos clientes. Uns alegres e bem dispostos, outros que nem ouso falar com eles e por aí fora.Sexta-feira por norma é um dia "pesado", e mais quando é dia 15 (dia de pagamento a Segurança Social) e também de pagamento das reformas aos meus velhinhos.
Hoje lá voltou, passado mais um mês a minha velhinha de 93 anos, que todos os meses desde há 6 anos, me diz - vamos lá ver minha senhora se volto para o mês que vêm, muita saudinha para a senhora e para os seus - como adoro esta velhinha. Claro que a presença dela me anima, parece que recebo uma lufada de felicidade.
Com o dia tão difícil como é, acabei por almoçar sozinha, pois tanto o Zé como o chefe tiveram de continuar a atender clientes.
Hoje havia sardinhas assadas resolvi comer pela primeira vez este ano. Estavam óptimas.
A empregada traz-me a travessa e vai à mesa em frente, ocupada por dois cavalheiros, retirar o galheteiro, pois já tinham terminado o almoço.
Estava eu tristinha por estar a almoçar sozinha, quando um dos senhores se virou e disse-me se podia retirar o azeite. Claro que disse que sim, esperando que o senhor se servisse e mo devolvesse. Mas a frase dele deixou-me deveras aborrecida, - se precisar mais peça - Fui ao céu e vim, mas como sou pessoa educada, não retorqui, apenas chamei a empregada e pedi outro galheteiro.
Mas onde está o civismo de algumas pessoas? Então ele que já tinha terminado não viu ao pedir-me que eu estava a iniciar a refeição?
E que cavalheiro é este que obriga uma senhora a fazer - pst pst , ó cavalheiro passe-me aí o azeite -.
Claro que quem ouviu a reclamação foi a empregada, que pelos vistos nem se apercebeu do que aconteceu.
Bom esta foi a parte menos boa do dia.
A tarde foi decorrendo e quando fechou o balcão, claro que ficamos mais à vontade. E como é sexta-feira e como diz a minha Generosa - sexta-feira é dia de soltar a franga - o pessoal, apesar de cansado estava animado. Então eu fartei-me de fazer rir a Generosa ( ela até tirou as pilhas à vassoura para estar mais perto de mim).
Como a maior parte das empresas temos ciclos comerciais. Um desses ciclos terminou hoje, dai a maior descontracção. Mas quando já me estava a preparar para sair, verifiquei que o chefe estava ainda a tentar cumprir um dos objectivos da campanha. Faltavam poucos e como se diz na gíria, "íamos morrer na praia".
Algo cresceu em mim, e esqueci que queria ir embora. Agarrei no telefone e consegui num só telefonema 4 vendas. Claro que o chefe ficou muito contente com a minha atitude e isso motivou a que a partir daí eu ainda fizesse mais 1 e o Zé mais 3. Precisávamos de 17. Estavam já feitos 10, com os meus 5 de hoje e mais 3 do Zé, ultrapassamos o objectivo.
Saímos tardíssimo do banco, mas felizes.
Amanhã, vai acontecer o encontro anual da Direcção Comercial Norte. Lá vamos nós juntar-nos numa confraternização que espero seja agradável, como foi nos anos anteriores.
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