domingo, fevereiro 17, 2008

17 de Fevereiro

As palavras que lhes ofereci


Hoje dia 17 de Fevereiro foi o 26º aniversário de casamento dos meus queridos amigos Pura e Nelson.
Fui uma das convidadas para o jantar de comemoração.
Senti-me muito feliz, porque sei e se sente que a harmonia deles é real. Desejo que tenham a maior felicidade do mundo, pois se há quem mereça são eles.
Comemos imenso e divertimo-nos também, pois eu sinto-me como que em casa. Agradeço a Deus tê-los colocado no meu caminho.
Ainda não há fotos, pois esqueci-me da máquina, mas a Kelly, filhota deles tirou fotos que concerteza me vai enviar.
Obrigado pela vossa amizade


Cá estão algumas das fotos que a Kelly enviou:


terça-feira, fevereiro 12, 2008

Dia de S.Valentim

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Já só faltam 2 dias para o Dia de S. Valentim, dedicado aos namorados.
Pelo que li, Valentim era um sacerdote cristão contemporâneo do imperador Cláudio II. Cláudio queria constituir um exército romano grande e forte; como não conseguia levar muitos romanos a alistarem-se, acreditou que tal sucedia porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias para partirem para a guerra. E a solução que encontrou, foi proibir os casamentos dos jovens! Valentim ter-se-á revoltado contra a ordem imperial e, ajudado por S. Mário, terá casado muitos pares em segredo. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro.
Tirando a parte comercial do dia, é tão engraçado ver os homens meio sem jeito de ramo de flores na mão. Nesse dia respira-se amor no ar, em cada canto ou esquina. Mesmo para quem, como eu, não vai comemorar o dia dos namorados, pois não o tenho, a alegria, a expectativa da noite com um jantar bem romantico vivido pelas pessoas que nos rodeiam já é o suficiente para sermos contagiados pelo espirito do Dia de S. Valentim.
As rosas, que todas as mulheres apreciam, representam o amor, mas as suas cores possuem significados especiais:
Rosa Vermelha - amor, paixão
Rosa Amarela - felicidade, amizade
Rosa Rosa - amizade, carinho
Rosa Chá - respeito, admiração
Rosa Branca - pureza, paz
Rosa Laranja - fascínio, encanto
Rosa Champagne - admiração, reverência

Desejo-vos um feliz dia de S. Valentim

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quinta-feira, fevereiro 07, 2008

O nosso carnaval

E assim foram os 2 dias de Carnaval.. começamos no Domingo
E haja alegria...
Pura (rainha das chamas), Verinha,(gueixa) Nelson(rei do harem) e Mia (criada francesa)

Laurindo (Bob Marley)

A família Silva: Pedro (terrorista), Kelly (freira), Nelson (chefe da família) e Pura (rainha das chamas)

Miguel Crista (cowboy insolente)

Mia (ciganita) e Kelly (cirurgiã)

Miguel Crista (Punk) e Júlio (lobo bom)
Pura a Rainha das Chamas

Júlio (palhaço triste)

Mia , a criadita francesa

A rainha Pura, a gueixa Vera, a fada Nadia, o curtido Nelson e a criadita Mia

A freira e a cigana

A Pura freira, a Mia Cigana, a Kelly cirurgiã, a Verinha presidiária e a excentrica Alzira

A Alzira excentrica

Júlio, o terror do pedaço

domingo, janeiro 27, 2008

"Milagre"


Hoje acordei já tardito, mas descansei bem e isso é importante para poder aguentar a semana de trabalho.
Fui tomar café, comi uma tosta mista feita pelo Sr. Júlio, que as faz mesmo ao meu gosto, e no final uma vez que fiquei só eu a a Pura, pois a Verinha, o Miguel e o Nelson foram ver o Leixões, fomos as duas fazer uma caminhada, que só nos faz bem.
Ainda caminhamos cerca de 1 hora e no final cada uma foi para sua casa tratar do que precisava.
À noite depois de jantar voltei ao café, que estava cheio com pessoal a ver o jogo. Então deu-se o "milagre" em mim, peguei nas meninas e convidei-as a vir a minha casa. Ficando os homens de subir depois do fim do futebol.
Para mim foi um "milagre" pois há já 2 anos que só entra em minha casa alguém para arranjar algo que se estragou. Convívios tinha cortado completamente, pois não deixava que ninguém entrasse no meu espaço. Hoje tive a casa cheia e foi deveras agradável.



Adorava ter um quintal

Hoje acordei cedo. Soube-me bem, pois senti que o dia demorou mais a passar.
Desci e fui tomar café e no entretanto chegou a Pura e claro que a desencaminhei para caminharmos um pouco e ir até à fish. Lá andamos a calcorrear pelas diversas ruas da feira, mais numa de conversar do que estar atentas ao que lá se vendia.
Na volta fomos tomar um café e passamos por um quintal onde tinha uma árvore de abacate, que apesar de eu já cá viver na zona há 24 anos, nunca me tinha apercebido e tão pouco tinha visto uma árvore de abacates carregadinha de frutos.
Chegamos a um quintal que tinha uma arvore de tamarindos e mais à frente uma bananeira. Nunca imaginei que estas árvores de fruto se dessem tão bem nesta região.
Enquanto apreciávamos os tamarindos, um casal de uma casa ao lado sugeriu-nos que tocássemos a campainha e pedíssemos para nos venderem os frutos. Claro que não o fizemos, mas na sequência dizia o Senhor: O minha senhora (Mia)vá lá toque à campainha, se a sua filha (Pura) gosta tanto, eles concerteza até lhos dão. Desatamos as duas as gargalhadas pela confusão do parentesco, e mesmo dizendo que éramos da mesma idade o Senhor insistia que a Pura era uma jovem menina.

segunda-feira, janeiro 21, 2008

Preguiçosa

Tenho andado preguiçosa para vir ao meu castelo e para visitar os amigos.
As minhas desculpas, mas saibam que não vos esqueço.
Estou melhor, felizmente, e tenho passado algum tempo com os meus amigos no cafezinho da Alzira. Faz-me bem sair de casa. E sinto que encontrei uma amiga com quem posso contar. A Pura. Ainda ontem passei bons momentos em casa dela com o grupo dos amigos do café e sinto-me muito acarinhada. É bom ter amigos.



segunda-feira, janeiro 07, 2008

Fim de semana atribulado

Passei uns dias sem nada dizer, pois desde sexta feira que tenho estado adoentada.
Quando acordei para ir para o banco, senti-me mal, mas fiz um valente esforço e lá fui.
Estava com uma dor de cabeça violenta e tive de conduzir com muita mais precaução, mas mesmo assim tive que fazer uma travagem a fundo pois uma senhora atravessou a rua e eu só rezei para que o carro travasse. Felizmente parei a tempo, mas claro que fiquei ainda pior do que o que estava.
Quando cheguei ao Banco estava completamente branca e sem forças. O meu amigo Zé, não tinha mais que me fazer, até uma casca de limão foi arranjar para eu tomar com o café. Infelizmente só piorou a situação e após isso a M. José cuidou de mim, fez-me um chá que acabou por me ajudar, pois o meu problema era paragem de digestão (pensava eu). Depois de me recompor minimamente vim para casa a 20 km à hora. Deitei-me para tentar recuperar as forças que tinha perdido, mas a dor de cabeça teimava em passar. Adormeci um pouco por volta das 17horas, mas a preocupação dos amigos em saber se eu precisava de alguma coisa, acabou por me acordar, pois eram telefonemas, mensagens e a campainha da porta.
Não consegui jantar, mas como tinha tomado um comprimido, a dor ficou mais leve e fui até ao café, onde estavam preocupados comigo. Tomei um chá e vim deitar-me.
No dia seguinte, acordei ainda mal. O meu aparelho digestivo estava completamente KO. Mesmo assim tentei reagir e saí de casa. Estava um dia triste, demasiado cinzento e parecia que estávamos em Londres, pois o nevoeiro era imenso.
Fui ao café, li o jornal e voltei para casa para descansar À noite voltei ao café e acabamos por nos juntar todos os amigos em casa da Pura e do Nelson. Foi uma noite divertidissima, que me fez saudades das noites em que eu tinha a casa cheia de amigos.
A minha mamy fez 72 anos no sábado, mas eu não tive coragem de pegar no carro, pois sentia-me mesmo debilitada. Dei-lhe os parabéns pelo telefone, e nem lhe disse o que se estava a passar comigo para não a preocupar.
Domingo voltei a sossegar para ganhar forças para o dia de hoje.
Ainda não estou completamente bem, e pelo que ouvi anda por aí uma virose que dá os sintomas todos que eu tive. E pelos vistos este fim de semana foi a vez do meu colega Zé Santos ficar com o mesmo problema, pois hoje não foi trabalhar. Estava a chá e debilitado.
Bom, um fim de semana para esquecer, salvo os bons momentos em casa da Pura, que também acabou por adoecer, mas com uma laringite.


quarta-feira, janeiro 02, 2008

Novo ano



E cá estamos nós no novo ano - 2008 - e já se passaram 2 dias.
No dia 31 de Dezembro fui trabalhar e o dia não foi fácil. Por muito que tentássemos apressar a saída, até o café em frente ao Banco fechou bem primeiro do que nós.
Foi um lufa lufa que me deixou sem vontade de sair, pelo que declinei o convite para jantar em casa da Pura e do Nelson, o que me deixou triste.
Quando cheguei a casa, tomei um banho e adormeci. Como tinha combinado ir passar a meia noite ao café da Alzira, comi qualquer coisa, arranjei-me e lá fui. Não éramos muitos, mas quem estava eram meus amigos e isso fez-me estar bem.

Conheci a Raquel, filhota da Pura e do Nelson, de quem gostei bastante.

E lá passamos o ano, em harmonia.
No dia 1 fui almoçar com a Pura, o Nelson e a Raquel, que me receberam principescamente. Foi um almoço, muito agradável, divertido e a confecção estava óptima.
Adorei os quadros da Pura e da Raquel, feitos a ponto de cruz, lindíssimos, e que na próxima vez que vá lá a casa não vou deixar de os fotografar para vos mostrar, pois são obras de arte autenticas.
Ao final da tarde vim para casa, ainda jantei um bacalhau feito pelo Nelson que estava uma delicia e duas rabanadas. Em seguida adormeci até às 2 da manhã. Tomei um copo de leite e voltei a adormecer, pois hoje foi dia de trabalho.
Agradeço publicamente à família Amaro (Nelson, Pura e Raquel) os bons momentos que me proporcionaram.

domingo, dezembro 30, 2007

Feliz 2008

terça-feira, dezembro 25, 2007

Ufa....já passou

E já se foi a Noite de Natal. Mais uma que passou, tão veloz como o tempo que teima em correr a alta velocidade.
Fui jantar a casa da minha mamy, estávamos os 3. Como sempre a minha mãe não se esqueceu do meu gosto pela barbatana do bacalhau e que bem que me soube.
Comi imenso e pela primeira vez comi bolo rei, pois não é doce que eu aprecie, mas desta vez, achei por bem perder algum tempo numa fila enorme e ir compra-lo à Petulia. Sem duvida que vale a pena a espera, pois comi e soube-me imensamente bem. Até cortei uma fatia para trazer para o pequeno almoço de amanhã.
Levei o Xuga comigo, o que foi um erro, pois ele não está habituado a sair e foi logo dar de focinho com o gato do meu filho. Toda a noite bufou de aborrecido e sempre em posição de ataque. O outro bem que tentava aproximar-se, mas o Xuga mostrava-lhe as garras e os dentes, parecia uma fera. No fim acabei por ser arranhada no nariz, não pelo Xuga mas pelo Freddy.
E assim foi a minha noite de Natal, amanhã há almoço novamente na casa da mamy, por isso são horitas de ir descansar.

sábado, dezembro 22, 2007

E a noite de Natal está a chegar


Quinta feira foi o jantar de natal da nossa sucursal.
Fomos jantar ao Restaurante Brisas que fica no Parque de Avioso. Uma agradável surpresa este restaurante, optima confecção da D. Alice, e um ambiente com requinte mas familiar.
Lembrei-me do meu amigo Quintino, pois bebemos EA reserva.
Os nossos Chefes ofereceram-nos presentes que eu adorei.

O meu amigo e colega Zé também me ofereceu uma garrafa de Vinho do Porto.
Na sexta feira foi o meu dia tolerância e como tal logo de manhã sai de casa, apanhei o metro e fui passear na baixa. Uma confusão porque havia greve do metro, mas lá me safei
Foi bom o passeio, apesar de ter chegado ao final do dia exausta, pois caminhei durante horas, ainda hoje me doem as pernas, pois levei umas botas sem salto e estou habituada a andar de saltos altos.
O meu querido amigo Toni fez-me uma surpresa. Este amigo "não existe" foi mesmo feito à medida e eu dou graças de o ter como amigo.
Então foi-me visitar e desejar-me um feliz Natal. Sem ficar por isso ofereceu-me presentes, um belo postal com palavras que me comoveram às lágrimas e o que está na foto.

Hoje sábado, acordei e fui à feira. E e mais o Porto inteiro e arredores. Estava tanta gente que mal se viam as coisas. Mesmo assim comprei algumas coisas e bem em conta.
De tarde fiz a minha sesta e no final do jantar fui até ao cafezinho conviver com os amigos.
A todos um feliz Natal.

sexta-feira, dezembro 21, 2007

Feliz Natal






quarta-feira, dezembro 12, 2007

A minha vontade aconteceu

Hoje de manhã, quando estava a entrar no Banco, vejo este enorme arranjo, com 50 rosas a ser entregue à minha Chefe. Isto aconteceu pois ela faz hoje 50 primaveras e amigas dela fizeram-lhe esta oferta lindíssima.
Ao fim do dia comemos um bolo e bebemos uma taça de champanhe à saúde da Maria J.
Como estou em maré de aniversários, não me podia esquecer de dar os parabéns à "avó" Glória, que é uma cliente de 82 anos, que eu gosto muito e a quem chamo avó. E assim o fiz, liguei-lhe de manhãzinha a dar-lhe um grande beijinho de parabéns.
O ano passado, no dia 14 de Dezembro, escrevi um post, sobre a "minha velhinha" a menina Lucinda que fez 92 anos. Pois é mais um ano se passou e os 93 anos estão a chegar.
Na altura não tinha qualquer foto dela e publiquei a foto da minha querida avó que tinha a mesma idade se fosse viva.
Sempre desejei ter uma recordação dela, uma foto, e hoje proporcionou-se.
E a menina Lucinda ao longo deste ano que passou, continuou a dizer-me em momento de despedida: Vamos lá ver se venho para o próximo mês. Se acontecer como há um ano, e Deus assim o permita, ela vai estar mais um ano entre nós. Deus queira.
A menina Lucinda de 93 anos

terça-feira, dezembro 11, 2007

Parabéns Filho



Fui mãe precisamente há 28 anos e nesta hora, 19h,40m.
Foi na Ordem do Carmo. No dia anterior, fui sair e comer uns petiscos a uma tasquinha, desejos de grávida, e nessa mesma noite mas já 1 da manhã do dia 11 de Dezembro de 1979, comecei a sentir as primeiras dores. Como não eram aflitivas, mas me impediam de dormir, passei a noite a ler banda desenhada. Eram 8 da manhã e conforme tinha combinado com o médico, lá fui para a Ordem.
Como a criança não nascia naturalmente, induziram-me o parto. As dores fortes começaram, mas nada de criança. E estive assim, com dores terríveis até à hora que o Nuno resolveu vir ao mundo. Sei que estavam imensas pessoas, amigas e familiares, e que algumas acabaram por assistir ao parto, foi uma festa.
Só faltou a minha mãe, que estava a ser operada no hospital de santo antonio onde fez uma histerectomia total com 47 anos.
Mas para além das minhas amigas, tinha o apoio das minhas tias que não me deixaram só nesse momento.
Ser mãe, de forma natural é doloroso, são dores intensas difíceis de descrever, mas todas estas dores são antes do nascimento, pois ao nascer não dói nada, é como se diz um alívio. A preparação do corpo a dilatar para que a criança caiba ao passar, isso sim é dose e forte, depois do corpo estar pronto para a criança nascer, nada mais se passa, a não ser a felicidade de vermos o nosso filho depois de o ter sentido e carregado durante 9 meses.
Tenho pena de não ter voltado a ser mãe, mas a vida assim o estipulou. Sou filha única e sempre desejei ter uma enorme família.

domingo, dezembro 09, 2007

Só por acaso


Alguns dos amigos no café da Alzira

Ao longo desta semana, muitas vezes abri este espaço para escrever algo, só que nada saiu da minha cabeça. Não é porque não tenha montes de ideias, imensa vontade de falar um pouco com os amigos que me lêm, mas há um bloqueio em mim, que me impede de escrever.
Tenho convivido, com os amigos que tenho no cafezito da Alzira, sinto que sou bem recebida e sei que me aguardam, pois nesses momentos sou dinamica e motivadora.
Mas chego a casa e tudo volta ao normal.
Sei que tenho de decidir onde passar o Natal, se cá em casa se em casa da minha mãe, mas até isso me dá preocupação, pois sei que a minha mãe adorava vir cá a casa e a mim apetece-me ir a casa dela.
Massacro-me com esta minha forma de ser actual, que não é natural em mim. O isolar-me está a viciar-me, e cada vez mais me afasto do mundo.
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sábado, dezembro 01, 2007

Estou sem estar

Tenho andado um pouco parada no tempo.
Chega a época do Natal e algo em mim se transforma. É como se me apetecesse fazer um longo período de sono, sem me aperceber que a quadra está a decorrer.
Isto começou a acontecer quando comecei a perder entes queridos. O meu Natal era sempre cheio de gente e actualmente resume-se a 3 pessoas, eu a minha mãe e o meu filho.
Não consigo ter a alegria de calcorrear a cidade, ouvir as musicas de Natal, sentir a vibração que se vive nesta altura. Então isolo-me no meu cantinho.
Mas que o Natal também deixou de ser o que era para muita gente, também é verdade, o consumismo tomou as rédeas ao espírito que era vivido noutros tempos e as enormes listas de presentes deixam um buraco enorme no orçamento familiar e muita dor de cabeça.